Clique na figura ao lado ou no título acima para acesso aos filmes listados abaixo através de link externo. Nenhum destes filmes fazem parte dos arquivos deste site.

1) "Trumbo-A lista Negra" - Filme de 2016. Um bom filme para assistir nestes tempos de macartismo jurista no Brasil. Assim como o senador McCarthy foi para o lixo da História, assim também vai acontecer com Moro e seus comparsas do judiciário. "O longa conta a história de Dalton Trumbo, um roteirista de sucesso nos tempos de ouro de Hollywood, mas como membro do partido comunista americano foi considerado uma ameaça e colocado na famosa lista negra americana, que tinha nomes de milhares pessoas que trabalhavam no ramo do entretenimento e por seu envolvimento subversivo e antiamericano estariam colocando sutis propagandas comunistas nos filmes hollywoodianos. Injustiçados, esses profissionais foram presos e depois impedidos de continuarem trabalhando no ramo. Trumbo foi um dos que se rebelaram contra esse sistema, e através de uma série de pseudônimos continuou escrevendo para os estúdios cinematográficos, recebendo até um Oscar por um de seus scripts, ironizando de vez a lista negra dos EUA. O filme conta toda essa trajetória do polêmico e corajoso Dalton Trumbo, mostrando seu envolvimento, mesmo na sarjeta hollywoodiana, com obras-primas do cinema como Spartacus (1960), Êxodos (1960), A Princesa e o Plebeu (1953)." Detalhes técnicos: Data de lançamento: 28 de janeiro de 2016 (2h 04min) / Direção: Jay Roach / Elenco: Bryan Cranston, Diane Lane, Helen Mirren / Nacionalidade: EUA"

Please reload

Clique na figura ao lado ou no título acima para acesso aos filmes listados abaixo através de link externo. Nenhum destes filmes fazem parte dos arquivos deste site.

1) "Trumbo-A lista Negra" - Filme de 2016. Um bom filme para assistir nestes tempos de macartismo jurista no Brasil. Assim como o senador McCarthy foi para o lixo da História, assim também vai acontecer com Moro e seus comparsas do judiciário. "O longa conta a história de Dalton Trumbo, um roteirista de sucesso nos tempos de ouro de Hollywood, mas como membro do partido comunista americano foi considerado uma ameaça e colocado na famosa lista negra americana, que tinha nomes de milhares pessoas que trabalhavam no ramo do entretenimento e por seu envolvimento subversivo e antiamericano estariam colocando sutis propagandas comunistas nos filmes hollywoodianos. Injustiçados, esses profissionais foram presos e depois impedidos de continuarem trabalhando no ramo. Trumbo foi um dos que se rebelaram contra esse sistema, e através de uma série de pseudônimos continuou escrevendo para os estúdios cinematográficos, recebendo até um Oscar por um de seus scripts, ironizando de vez a lista negra dos EUA. O filme conta toda essa trajetória do polêmico e corajoso Dalton Trumbo, mostrando seu envolvimento, mesmo na sarjeta hollywoodiana, com obras-primas do cinema como Spartacus (1960), Êxodos (1960), A Princesa e o Plebeu (1953)." Detalhes técnicos: Data de lançamento: 28 de janeiro de 2016 (2h 04min) / Direção: Jay Roach / Elenco: Bryan Cranston, Diane Lane, Helen Mirren / Nacionalidade: EUA"

Please reload

Clique na figura ao lado ou no título acima para acesso às peças teatrais abaixo através de link externo. Estão em ordem alfabética de acordo com os nomes dos autores. Nenhuma delas fazem parte dos arquivos deste site.

As peças teatrais são entre outros de: Chico Buarque de Holanda (Gota d"água, Opera do Malandro, Calabra - o elogio da traição, Os saltimbancos), Arthur Miller (A morte de um caixeiro viajante, etc.....) Oduvaldo Vianna Filho (Vida em família, Rasga Coração), Tenessee Wiliams (Esta propriedade está condenada,Um bonde chamado desejo, Fala comigo doce como a chuva), Jorge Andrade (Rasto atrás, A moratória, Vereda da Salvação, A zebra, Vereda da Salvação, Pedreira da alma- o telescópio, Confrarias, Senhora na boca do lixo), Samuel Beckett (Esperando Godot), Eugene Ionesco (Rinoceronte etc...), Brecht (Galileu Galilei, etc..), Ariano Suassuna (Auto da compadecida, etc...),  Jean Paul Sartre (Entre quatro paredes, etc...), Gorki, João Cabral de Mello Neto (Vida e Morte severina), Plinio Marcos (Dois perdidos numa noite suja, Quando as máquinas param, Navalha na carne, etc..), etc... etc.., .......

1) ARIANO SUASSUNA Ariano Vilar Suassuna (Cidade da Parahyba,16 de junho de 1927 — Recife23 de julho de 2014) foi um dramaturgoromancistaensaístapoeta e professor brasileiro.

Idealizador do Movimento Armorial e autor das obras "Auto da Compadecida" e "O Romance d'A Pedra do Reino" e o "Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta", foi um preeminente defensor da cultura do Nordeste do Brasil. Foi Secretário de Cultura de Pernambuco (1994-1998) e Secretário de Assessoria do governador Eduardo Campos até abril de 2014. Além das obras teatrais abaixo na pasta sobre Ariano Suassuna há também livro com sua biografia: "Adriano Suassuna, um perfil"; 4 artigos que escreveu na Folha de S. Paulo sobre Canudos; Textos que analisam sua obra:  "As raizes ibéricas e populares do teatro de Suassuna"; "Genealogia e identidade familiares no teatro de Ariano Suassuna."; "A imagem e memória em A pedra do reino"; "Metáforas em o romance d'a Pedra do reino e o p…o vai-e-volta"

4.1 A história de amor de Fernando..........

4.2 A Pena e a Lei: .......

4.3 O santo e a porca: ..

4.4 Auto da compadecida: ..

4.5 Casamento suspeitoso: ..

4.6 Farsa da Boa Preguica : .

4.7 Romance d'A Pedra do Reino...

4.8 Uma mulher vestida de sol...

----------------------------

2) ANAMARIA NUNES-   "Geração Tiranon":  "Pode-se  afirmar  que  essa  peça  é  uma  declaração  de  amor  ao  teatro  puro,  em  que  a autora consegue resgatar a história do teatro dentro e por meio do próprio teatro. Além disso, o olhar que ela lança às origens do nosso teatro, por meio da paródia e dos recursos retóricos inerentes a ela (a ironia, a caricatura, o grotesco), promove a justaposição da antiga concepção de Teatro à sua concepção atual, resultando numa nova concepção de Teatro, caracterizada pelo hibridismo, pela intertextualidade e pela abertura em vez do fechamento." (Fabrizzi Mattos Rocha - Dissertação de mestrado disponível nos comentários sobre esta peça)  

                                                   -----------------------------------

3) ANTON TCHEKHOV : "Tchekhov é considerado o pai do conto moderno. Ele revolucionou a narrativa curta (e o teatro) na virada do século 19 para o século 20. Abandona-se um estilo moralizante e onisciente para um texto mais aberto e ambíguo."

3.1 As três irmãs: "Tchekhov é o mestre do silêncio, das entrelinhas. Para ele, menos era mais. A peça retrata três irmãs que s vivem sua vida tediosa numa enfadonha cidade do interior da Rússia e em sua solidão alimentam todas a mesma ideia: fugir da monotonia indo viver na efervescente Moscou. Mas o destino às vezes é inexorável."

3.2 Os Maleficios do Tabaco: "Os malefícios do fumo" ou "Os Males do tabaco" foi escrita por Anton Tchekhov em 1887, tendo recebido uma segunda versão 1904. Ficou por muito tempo desconhecida pelo grande público, talvez por se tratar de um monologo. Os Malefícios constitui uma pequena obra prima dramaturgica e possui as marcas típicas da poética tchekhoviana: a brevidade, a economia de procedimentos, a linguagem despojada, irônica, o humor e o aprofundamento psicológico das personagens."

(Fonte do comentário: http://oficinadeteatro.com/component/jdownloads/viewdownload/5-pecas-diversas/178-os-maleficios-do-tabaco)

3.2 Platonov: "peça escrita por Tchekhov em 1878, já anunciava a desilusão dos dias atuais

TCHEKHOV escreveu "Platonov" (ou "Peça sem Nome", como é conhecida no repertório do teatro Mali, de São Petersburgo, dirigido por Lev Dodin) em 1878, quando tinha apenas 18 anos e estudava no liceu de Taganrog, no sul da Rússia. Foi deixado para trás pela família (que partiu para Moscou depois da falência do pai), para terminar os estudos. Numa carta datada do mesmo ano, o irmão mais velho critica o texto e se refere a ele por um neologismo (possivelmente o título original da peça) que quer dizer algo como "a ausência dos pais". Tudo em "Platonov" se resume à perda e ao fracasso. O manuscrito, dedicado à atriz Maria Nicoláievna Ermolova, e por ela rejeitado, só foi descoberto em 1920. Publicado três anos mais tarde, o texto foi considerado impróprio para a encenação, por ser incoerente, caótico e, sobretudo, muito longo." (fonte do comentário: http://dissolvecoagula.blogspot.com.br/2007/10/sobre-tchekhov.html )

                                                       -----------------------------------

4) ANTONIO CALLADO Quarto ocupante da Cadeira 8, eleito em 17 de março de 1994, na sucessão de Austregésilo de Athayde e recebido pelo Acadêmico Antonio Houaiss em 12 de julho de 1994.

Antônio Callado (Antônio Carlos Callado), jornalista, romancista, biógrafo e teatrólogo, nasceu em Niterói, RJ, em 26 de janeiro de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 28 de janeiro de 1997.

3.1 Pedro Mico "Pedro Mico é uma das mais importantes obras de Antonio Callado. Peça em um ato, cuja ação transcorre em uma favela do Rio de Janeiro nos anos 50. Pedro é um negro que tem a fama de ser muito bom na arte de enganar a polícia, que o busca por crimes de roubo. Sua grande agilidade em escalar prédios altos é a razão pela qual os jornalistas lhe deram o nome de Mico. Para essas ocasiões ele tem sempre uma corda ao alcance da mão. Pedro não sabe ler e, como quer estar informado sobre o que aparece nos jornais, sobretudo na seção policial, para inteirar-se se e como falam dele, resolve seu problema com ajuda de mulheres que sabem ler e que lêem para ele as principais notícias. A peça apresenta uma cena entre ele e sua mais recente conquista, a prostituta Aparecida, a quem pede que lhe leia os jornais do dia, como uma espécie de prova ou condição para que continuem a relação amorosa. Aparecida faz isso muito bem, mas o encontro de trabalho e amor é interrompido pela ciumenta Melize, vizinha de Pedro Mico no Morro da Catacumba, onde vivem e onde transcorre a ação. Melize não sabe ler, mas está tentando aprender para ver se conquista Pedro, por quem tem uma grande paixão. Seu irmão, Zemelio, é admirador de Pedro e o avisa que a polícia está vindo apanhá-lo. Melize, por ciúmes, o havia denunciado. Antes disso, Aparecida havia contado a Pedro a história de Zumbi, o escravo, líder do quilombo de Palmares. Esse quilombo existiu no Brasil entre 1630 e 1695 na Serra da Barriga, hoje região de Alagoas, estado do nordeste brasileiro de onde provém Aparecida. Zumbi se matou quando a polícia venceu a resistência dos quilombolas e ia prendê-lo. Matou-se jogando-se num abismo e se transformou no herói mítico para os negros e para o movimento negro. Na peça de Callado, quando chega a polícia, para prender Pedro, Melize e Aparecida saem para tentar detê-la, ganhando tempo. Quando voltam, a janela aberta e uma roupa de Pedro pendurada em uma árvore levam a pensar que ele se houvesse matado, imitando o gesto desesperado de Zumbi. A polícia desce para buscar o cadáver e as mulheres ficam chorando. De repente, reaparece Pedro na janela, pois tudo havia sido um de seus truques. Enquanto a polícia o busca lá em baixo do morro, ele escapa com Aparecida. No horizonte fica a possibilidade de que um dia Pedro volte para guiar a conquista da cidade pelos negros da favela, tal qual um Zumbi redivivo. É o sonho de Aparecida que tenta vendê-lo a Pedro: “Você já pensou, Pedro, se a turma de todos os morros combinasse para fazer uma descida dessa no mesmo dia?... Tu já pensou, Pedro?”, pergunta Aparecida no final, que se fecha com a resposta enigmática de Pedro: “Não. Mas vou pensar”.

Pedro Mico trata com leveza e humor de questões que encontram-se em nossa conjuntura sócio-econômica atual: exclusão social, a condição do negro, a falta de perspectiva de sobrevivência e a condição da mulher, diante da condição de objeto." (Fonte deste comentário: http://www.passeiweb.com/estudos/livros/pedro_mico_peca )

                                                    -----------------------------------

                                                             

5) ARISTOFANES: "Aristófanes (em grego antigo: Ἀριστοφάνης, ca. 447 a.C. — ca. 385 a.C.) foi um dramaturgo grego. É considerado o maior representante da comédia antiga.

Nasceu em Atenas e, embora sua vida seja pouco conhecida, sua obra permite deduzir que teve uma formação requintada. Aristófanes viveu toda a sua juventude sob o esplendor do Século de Péricles. Aristófanes foi testemunha também do início do fim de Atenas. Ele viu o início da Guerra do Peloponeso, que arruinou a hélade. Ele, da mesma forma, viu de perto o papel nocivo dos demagogos na destruição econômica, militar e cultural de sua cidade-estado. À sua volta, à volta da acrópole de Atenas, florescia a sofística – a arte da persuasão –, que subvertia os conceitos religiosos, políticos, sociais e culturais da sua civilização. Conta-se que teve dois filhos, que também seguiram a carreira do pai." (Fonte deste comentário: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3fanes )

5.1 A paz: 

5.2 As nuvens:

5.3 Lisistrata:

5.4 Os Cavaleiros

5.5 O melhor do teatro grego - Aristofanes

                                                        -----------------------------------

6) ARTHUR AZEVEDO: "Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo (São Luís7 de julho de 1855 — Rio de Janeiro22 de outubro de 1908)foi um dramaturgopoetacontista e jornalista brasileiro. Ao lado de seu irmão, o escritor Aluísio Azevedo, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.[2] Tendo escrito milhares de artigos sobre eventos artísticos e encenado mais de cem peças no Brasil e em Portugal, Azevedo foi um dos maiores defensores da criação do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cuja inauguração ocorreu meses depois de sua morte.[3]Suas peças mais conhecidas são A joia, A Capital Federal, A almanjarra, O Mambembe, entre outras." (Fonte deste comentário: https://pt.wikipedia.org/wiki/Artur_de_Azevedo )

6.1 A pele do lobo:

6.2 A princesa dos cajueiros:

6.3 Amor por Anexins:

6.4 O oráculo:

6.5 Uma véspera de reis:

                                                             -----------------------------------

7) ARTHUR MILLER: "Arthur Asher Miller (Nova Iorque17 de Outubro de 1915 — RoxburyConnecticut10 de Fevereiro de 2005) foi um dramaturgo norte-americano. Conhecido por ser o autor das peças Morte de um Caixeiro Viajante (Death of a Salesman) e de The Crucible (pt - As Bruxas de Salem; br - As Feiticeiras de Salem), e por se ter casado com a atriz Marilyn Monroeem 1956. Morreu de insuficiência cardíaca crónica, com 89 anos, em RoxburyConnecticut. " (Fonte deste comentário: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Miller )

7.1 As bruxas de Salem

7.2 A morte de um caixeiro viajante

7.3 Rapariga simples

                                                               -----------------------------------

8) AUGUST STRINDBERG: Johan August Strindberg (Estocolmo22 de janeiro de 1849 — Estocolmo, 14 de maio de 1912) foi um dramaturgoromancistaensaísta e contista sueco. É autor, entre outras obras, das peças dramáticas "Menina Júlia" (Fröken Julie) e "O sonho" (Ett drömspel), dos romances "O Salão Vermelho" (Röda rummet) e "Gente de Hemsö" (Hemsöborna), e das novelas "Casados" (Giftas).[4][5]
Figura ao lado de Henrik IbsenSøren Kierkegaard e Hans Christian Andersen entre os maiores escritores escandinavos de todos os tempos. É um dos pais do teatro moderno. Seus trabalhos são classificados como pertencentes aos movimentos literários naturalista e expressionista. Strindberg é considerado um renovador da literatura e da língua sueca. No romance "O Salão Vermelho", ele ultrapassa o estilo declamatório da época, introduzindo a linguagem falada real. O mesmo romance é considerado igualmente o marco temporal do início do Sueco Contemporâneo (Nusvenska). " (Fonte deste comentário: https://pt.wikipedia.org/wiki/August_Strindberg )

 

8.1 A mais forte:

                                                          -----------------------------------

9) AUTOR ANÔNIMO: La farce de maître Pathelin (A Farsa do Advogado Pathelin) é uma peça de teatro francesa composta no fim da Idade Média, por volta de 1460 (foi encontrada em 1469). A primeira edição impressa data de 1474. Esta peça, na qual não se tem conhecimento do autor, constitui em uma das mais importantes obras do teatro medieval. É considerada a primeira comédia da literatura francesa. Critica e satiriza os costumes das duas mais fortes classes sociais da França do século XV, os comerciantes e os homens de leis. Os personagens são todos canalhas e Pathelin, o protagonista, mente descaradamente. A história fez com que patelin se tornasse um adjetivo pejorativo referente a alguém hipócrita. A autoria da obra é atribuída a Pierre Blanchet ou a Antoine de La Sale. É reproduzida com relativa frequência no Brasil. (Fonte deste comentário: https://pt.wikipedia.org/wiki/La_farce_de_ma%C3%AEtre_Pathelin )

                                                               -----------------------------------

10) BOCAGE: "Bocage (1765-1805) foi um poeta português. O mais importante poeta português do século XVIII. O grande poeta do Arcadismo de Portugal. Sua poesia individualista e pessoal já era uma antecipação do que seria a poesia romântica do século XIX. Acusado de satirizar o clero e a nobreza, foi processado e preso pela Inquisição, cumprindo pena nos mosteiros, passando a viver de traduções. Deixou fama de poeta satírico e, com o tempo, seu nome tornou-se sinônimo de contador de histórias picantes e obscenas, no entanto, produziu os mais belos poemas líricos de seu tempo. Desenvolveu sua veia amorosa, retratando, na poesia, a concepção do amor e seus infortúnios. O ciúme é a tônica de muitos versos. Em outros, predominam os motivos lírico-amorosos de caráter autobiográfico. (Fonte deste comentário: https://www.ebiografia.com/bocage/ ).

10.1 A virtude laureada: 

                                                          --------------------------------

11) BRECHT: "Um dos grandes nomes do teatro contemporâneo, o  poeta, dramaturgo e encenador Bertolt Brecht é o que se pode chamar de a voz dos oprimidos. Suas peças sempre se destacaram pelo tom marxista, que ele procurou levar também para a teoria e a prática da dramaturgia e da encenação. Brecht mudou completamente a função e o sentido social do teatro, procurando usá-lo como arma de conscientização e politização. Nas palavras do dramaturgo, é preciso estranhar tudo que é visto como natural." (Fonte deste comentário: http://jornal.usp.br/atualidades/o-teatro-marxista-de-bertolt-brecht/ ) Nascimento: 10 de fevereiro de 1898, Augsburgo, Alemanha / Falecimento: 14 de agosto de 1956, Mitte, Berlim, Alemanha

11.1 Galileu Galilei

11.2 As cinco dificuldades

11.3 Casamento pequeno burguês

    

                                                  _____________________________

12) CHICO BUARQUE: Nasceu no  Rio de Janeiro em 19 de junho de 1944. "O primeiro contato de Chico com o teatro aconteceu em 1965, com o convite para musicar os versos do poema Morte e Vida Severina, de João Cabral de Mello Neto, para a montagem teatral realizada pelo Teatro da Universidade Católica (TUCA), em São Paulo, sob direção de Roberto Freire. Nesse período, o jovem músico dava seus primeiros passos na vida artística, ganhando visibilidade com suas primeiras composições. A montagem foi grande sucesso de crítica e público, chegando a excursionar por todo o país, sendo apresentada também em diversos países estrangeiros. Nesse período, o jovem Chico chegou a acompanhar o elenco em turnê, como violonista. Após o sucesso de Morte e Vida Severina, Chico começou a alçar seu voo solo na dramaturgia. E essa nova faceta do artista foi de extrema importância para sua carreira. “Foi nas obras teatrais que Chico Buarque primeiramente desenvolveu uma das vertentes mais destacadas de sua produção: aquela que lida com aspectos políticos, em especial no que tange à crítica ao regime militar." (Fonte deste comentário: https://blog.saraiva.com.br/chico-buarque-70-anos-o-dramaturgo/ )

12.1 Calabar - O elogio da traição (Chico Buarque e Ruy Guerra): 

12.2 Gota d'água: 

12.3 Ópera do malandro:

12.4 Os saltimbancos: 

                                                                       ------------------------------------

13) CYRANO ROSALÉM: Diretor brasileiro de teatro e autor de peças teatrais.

13.1 As dez mais do cortex cerebral

13.2 Os pequenos legumes

                                                          ------------------------------------

14) DANTE ALIGHIERI: Dante Alighieri (Florença, entre 21 de maio e 20 de junho de 1265 d.C. — Ravena, 13 ou 14 de setembro de 1321 d.C.) foi um escritorpoeta e político florentino, nascido na atual Itália. É considerado o primeiro e maior poeta da língua italiana, definido como il sommo poeta ("o sumo poeta"). Disse o escritor e poeta francês Victor Hugo (1802-1885) que o pensamento humano atinge em certos homens a sua completa intensidade, e cita Dante como um dos que "marcam os cem graus de gênio". E tal é a sua grandeza que a literatura ocidental está impregnada de sua poderosa influência, sendo extraordinário o verdadeiro culto que lhe dedica a consciência literária ocidental. (Fonte deste comentário: https://pt.wikipedia.org/wiki/Dante_Alighieri )

14.1 A Divina Comédia (inferno)

14.2 A Divina Comédia (Paraíso)

14.3 A Divina Comédia (Purgatório)

                                                               ------------------------------------

 

15) DAVI IVES: David Ives nasceu nos arredores de Chicago e cresceu no mesmo bairro onde morava David Mamet. Após os seus estudos na Northwestern University e na Yale School of Drama, Ives parte para Nova Iorque, onde começa a escrever peças de Teatro, enquanto trabalha como editor assistente da revista Foreign Affairs. Foi eleito – pelo New York Magazine – um dos 100 americanos mais inteligentes. Membro da Faculdade da Unversidade de Nova Iorque e Columbia, recebeu em 1994 o prestigioso Outer Critics Circle Playright Award por All in the Timing, nome original da peça CLARO! (Fonte deste comentário: http://teatrofunil.blogspot.com.br/2010/11/claro.html/ )

15.1 Claro:  A peça, com duração aproximada de 15 minutos, apresenta Bill e Betty: um casal que ensaia algumas tentativas para uma aproximação amorosa. Eles enfrentam  (cada qual à sua maneira) diversas situações inusitadas e embaraçosas desse primeiro contato, transformando a relação com tempo em um jogo extremamente dinâmico. À medida em que as tentativas de aproximação parecem minguar, uma campainha indica o re-começo da conversa. E assim, em meio às idas e vindas no tempo desse contato, o casal se direciona para um final feliz.  (Fonte deste comentário: http://teatrofunil.blogspot.com.br/2010/11/claro.html/ )

                                                               ------------------------------------

16) DIAS GOMES: Alfredo de Freitas Dias Gomes, mais conhecido pelo sobrenome Dias Gomes, foi um romancista, dramaturgo, autor de telenovelas brasileiro e membro da Academia Brasileira de Letras. 

16) DIAS GOMES: Alfredo de Freitas Dias Gomes, mais conhecido pelo sobrenome Dias Gomes, foi um romancista, dramaturgo, autor de telenovelas e membro da Academia Brasileira de Letras. 

Nascimento: 19 de outubro de 1922, Salvador, Bahia / Falecimento: 18 de maio de 1999, São Paulo, São Paulo

                                                             

16.1 O Santo Inquérito:

16.2 O pagador de promessas:

 

16.3 O Bem Amado

                                                             ------------------------------------

17) ÉSQUILO: Ésquilo (em grego: Αἰσχύλος, transl. Aiskhýlos; Elêusis, c. 525/524 a.C. - Gela456/455 a.C.) foi um dramaturgo da Grécia Antiga. É reconhecido frequentemente como o pai da tragédia, e é o mais antigo dos três trágicos gregos cujas peças ainda existem (os outros são Sófocles e Eurípedes). De acordo com Aristóteles, Ésquilo aumentou o número de personagens usados nas peças para permitir conflitos entre eles; anteriormente, os personagens interagiam apenas com o coro. Apenas sete de um total estimado de setenta a noventa peças feitas pelo autor sobreviveram à modernidade; uma destas, "Prometeu Acorrentado", é tida hoje em dia como sendo de autoria de um autor posterior. (Fonte deste comentário: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89squilo )

17.1 Agamemnon

17.2 Coeforas

17.3 Eumenides

17.4 Os Persas

17.5 Prometeu acorrentado

                                                      ------------------------------------

18) EUGÈNE IONESCO: "Eugène Ionesco (SlatinaRoménia26 de Novembro de 1909 — Paris28 de Março de 1994) foi um dos maiores patafísicos e dramaturgos do teatro do absurdo. Para lá de ridicularizar as situações mais banais, as peças de Ionesco retratam de uma forma tangível a solidão do ser humano e a insignificância da sua existência. Filho de pai romeno e mãe francesa, Ionesco passou a maior parte da infância na França, mas no princípio da adolescência regressou à Roménia onde se formou como professor de francês e casou em 1936. Em 1928, na Universidade de Bucareste, conheceu Emile Cioran e Mircea Eliade, e os três tornaram-se amigos de toda a vida. Regressou à França em 1938 para concluir a sua tese de doutoramento. Apanhado pela eclosão da guerra, em 1939, Ionesco permaneceu em França, acabando por revelar-se escritor de talento. Foi eleito membro da Académie Française em 1970. Morreu aos 81 anos e está sepultado no Cemitério do Montparnasse, em Paris. (Fonte deste comentário: https://pt.wikipedia.org/wiki/Eug%C3%A8ne_Ionesco )

18.1 A cantora careca:

18.2 A lição:

18.3 O rinoceronte: "A peça Rhinocéros (O Rinoceronte) foi escrita em 1959 e estreou em Paris no ano seguinte. Ionesco [1909 – 1994], que começou a escrever textos dramatúrgicos apenas na década de 50, viu em O Rinoceronte o nascimento de sua aceitação internacional como grande figura do teatro. Na trama, em três atos, os habitantes de uma pequena cidade do interior estão reunidos em um domingo no terraço de um café. Chegam Bérenger e seu amigo Jean, opostos em seu modo de vestirem-se e portarem-se, e, em meio à discussão dos dois e de conversas paralelas banais, a cena é invadida por um ruído estrondoso que faz o chão estremecer. São vistos um, ou dois – não se sabe ao certo -, rinocerontes que passam em disparada pelas ruas da cidade. Aos poucos são vistos mais rinocerontes. Os moradores da cidade foram contaminados por uma doença, a “rinocerontite”, que os transforma em rinocerontes e os faz até mesmo desejarem se tornar o animal. O texto é visto por muitos como uma parábola da invasão da Europa pelo fascismo, principalmente relacionada ao sentimento de Ionesco antes de deixar a Romênia em 1938, quando seus conhecidos aderiam cada vez mais ao movimento totalitarista. “Lembrei-me de que no curso de minha vida tenho ficado muito impressionado pelo que podemos chamar de correntes de opinião, sua rápida evolução, seu poder de contágio, que é o mesmo de uma epidemia de verdade.  Repentinamente as pessoas se deixam invadir por uma nova religião, uma nova doutrina, um novo fanatismo… Em tais momentos testemunhamos uma verdadeira mutação mental. (…) temos a impressão de estarmos vendo monstros – rinocerontes, por exemplo. Ficam com essa mesma mistura de candura e ferocidade, e se tornam capazes de nos matar com a consciência tranquila”. No entanto, texto e montagem apontam para diversos outros caminhos." (Fonte deste comentário: http://qorpus.paginas.ufsc.br/como-e/edicao-n-18/as-contradicoes-em-o-rinoceronte-de-eugene-ionesco-marina-veshagem/ )

                                                              ------------------------------------

19) EURIPEDES: 

19.1 Andrômaca

19.2 As bacantes

19.3 Hipólito

19.4 Ion

19.5 Medéia

                                                                ------------------------------------

20) FERNANDO ARRABAL: 

20.1 Fando e Lis

20.2 Piquenique no Front

                                                             ------------------------------------

21) FIÓDOR DOSTOIÉVSKI:

21.1 Noites brancas:

                                                            ------------------------------------

22) FRANÇA JUNIOR:

22.1 Amor com amor se paga

22.2 Caiu o ministério

                                                                      -----------------------------------

23) FRANK WEDEKIND:

23.1 O despertar da primavera

                                                                      -----------------------------------

24) FREDERICO GARCIA LORCA:

24.1 A casa de Bernarda Alba

24.2 Yerma

                                                               -----------------------------------

25) GIL VICENTE:

25.1 Auto da barca do inferno

25.2 Auto da Mofina Mendes

25.3 Auto da alma

25.4 Farsa ou auto de Inês Pereira

25.5 O velho da horta

                                                         -----------------------------------

26) GORKI: 

26.1 Dias de infância

                                                          -----------------------------------

27) H.L.MILLER:

27.1 Miss cabo de vassoura

                                                           -----------------------------------

28) HAROLD PINTER:

28.1 O Monta carga

                                                              -----------------------------------

29) HENRIK IBSEN:

29.1  A casa das bonecas

29.2 Peer Gynt

                                                            -----------------------------------

30) HILDA HILST:

30.1 O Rato no muro

                                                            -----------------------------------

31) JEAN GENET:

31.1 As criadas

31.2 O Balcão

                                                           -----------------------------------

32) JEAN PAUL SARTRE: 

32.1 Entre quatro paredes

                                                            -----------------------------------

33) JOÃO CABRAL M. NETO: 

33.1 Morte e vida severina

                                                              -----------------------------------

34) JOÃO RIBEIRO CHAVES NETTO:

34.1 Patética

                                                             -----------------------------------

35) JORGE ANDRADE: 

35.1 A moratória

35.2 Rastro atrás

35.3 A vereda da Salvação

                                                                       -----------------------------------

36) LAURO CESAR MUNIZ: 

36.1 O Santo milagroso

                                                                        -----------------------------------

37) LUCIANO LUPPI:

37.1 Qual é a sua canção

37.2 Vamos combinar Dagmar

                                                                 -----------------------------------

38) LUIGI PIRANDELLO:

38.1 Seis personagens a procura de um autor

38.2 A patente

                                                                 -----------------------------------

39) LUIZ ALBERTO DE ABREU: 

39.1 Maria Peregrina

                                                                    -----------------------------------

40) MACHADO DE ASSIS: 

40.1 Lições de Botânica

                                                                    -----------------------------------

41) MAQUIAVEL:

41.1 Mandrágora

                                                                       -----------------------------------

42) MARTINS PENA: 

42.1 O caixeiro da taverna

42.2 O juiz de paz da roça

42.3 O noviço

42.4 Os irmãos das almas

42.5 Os meirinhos

42.6 Os três médicos

42.7 Quem casa quer casa

                                                                        -----------------------------------

43) MENANDRO:

43.1 O misantropo

                                                              -----------------------------------

 

44) MOLIÈRE: 

44.1 Escola de mulehres

44.2 Don Juan

44.3 O avarento

44.4 O tartufo

                                                     -----------------------------------

45) NELSON RODRIGUES:

45.1 A mulher sem pecado

45.2 Album de família

45.3 A falecida

45.4 Doroteia

45.5 Senhora dos afogados

45.6 Valsa nº 6

45.7 O beijo no asfalto

45.8 Perdoa-me por me traíres

45.9 Vestido de noiva

45.10 Viúva porém honesta

                                                             -----------------------------------

46) ODUVALDO VIANNA FILHO (VIANINHA): 

46.1 Rasga coração

46.2 Nossa vida em família

                                                                  -----------------------------------

47) PEDRO BANDEIRA: 

47.1 O fantástico mistério de Feiurinha

                                                               -----------------------------------

48. PLINIO MARCOS:

48.1 A mancha roxa

48.2 Dois perdidos numa noite suja

48.3 Homens de papel

48.4 Navalha na carne

48.5 Balada de um palhaço

48.6 O abajur

48.7 O poeta da vila e seus amores

48.8 Quando as máquinas param

Please reload