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1) "Trumbo-A lista Negra" - Filme de 2016. Um bom filme para assistir nestes tempos de macartismo jurista no Brasil. Assim como o senador McCarthy foi para o lixo da História, assim também vai acontecer com Moro e seus comparsas do judiciário. "O longa conta a história de Dalton Trumbo, um roteirista de sucesso nos tempos de ouro de Hollywood, mas como membro do partido comunista americano foi considerado uma ameaça e colocado na famosa lista negra americana, que tinha nomes de milhares pessoas que trabalhavam no ramo do entretenimento e por seu envolvimento subversivo e antiamericano estariam colocando sutis propagandas comunistas nos filmes hollywoodianos. Injustiçados, esses profissionais foram presos e depois impedidos de continuarem trabalhando no ramo. Trumbo foi um dos que se rebelaram contra esse sistema, e através de uma série de pseudônimos continuou escrevendo para os estúdios cinematográficos, recebendo até um Oscar por um de seus scripts, ironizando de vez a lista negra dos EUA. O filme conta toda essa trajetória do polêmico e corajoso Dalton Trumbo, mostrando seu envolvimento, mesmo na sarjeta hollywoodiana, com obras-primas do cinema como Spartacus (1960), Êxodos (1960), A Princesa e o Plebeu (1953)." Detalhes técnicos: Data de lançamento: 28 de janeiro de 2016 (2h 04min) / Direção: Jay Roach / Elenco: Bryan Cranston, Diane Lane, Helen Mirren / Nacionalidade: EUA"

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A questão do aborto

(clique no título para assistir o filme)

Um retrato íntimo de duas adolescentes na zona rural da Pensilvânia. Diante de uma gravidez indesejada e da falta de apoio local, Autumn e sua prima Skylar embarcam em uma jornada cheia de travessias até a cidade de Nova York. Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim 2020. Prêmio Especial do Júri no Festival de Sundance 2020.

Entrevistas com pessoas a favor e contra o direito ao aborto revelam décadas de campanhas políticas para reverter o resultado do caso Roe versus Wade.

Uma reflexão sobre o aborto. Este ótimo filme produzido em 2007 foi o vencedor do Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2007 e nomeado para o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro. "1987, Roménia, alguns anos antes da queda do Comunismo. Ottila e Gabita, colegas de universidade, partilham um quarto num dormitório de estudantes. Gabita está grávida e o aborto é um crime. As duas raparigas pedem então ajuda a um "médico" de nome Bebe para resolverem o problema. Mas não estão preparadas para o que acontecerá a seguir." 

Filme alemão de 2016 com direção de  Anne Zohra Berrached centrado na questão do aborto. Sobre "o dilema de uma mulher que está grávida de seis meses e descobre que seu bebê foi diagnosticado com a Síndrome de Down e um problema no coração. Será que ela escolherá a opção de realizar um aborto?" ...."É um daqueles filmes enquadrados no filão raro que analisa a temática do aborto com dignidade e sem demagogias, mesmo que em alguns momentos descambe para algo desnecessariamente melodramático. Todavia, é bom constatar o resultado, esse recorte pungente das agruras que o olhar cínico e julgador da sociedade lança sobre as mulheres. Um filme necessário em meio as discussões feministas e do corpo da mulher" 

O filme costura imagens da performance da artista Nina Giovelli, com entrevistas de pensadoras e militantes feministas como Djamila Ribeiro, Margareth Rago, Marcia Tiburi, Laerte, Luiza Coppietters e Jéssica Ipólito. Paralelo a isso, o documentário acompanha atos públicos feministas, entre 2014 e 2015, e mostra quem são e o que desejam as mulheres que ocupam as ruas e escancaram, com potência, fúria, poesia, humor e alegria, os mecanismos de dominação engendrados pelo poder patriarcal, lutando por um mundo mais ético e igualitário. (disponivel no youtube com legenda em português)

O documentário revela que, no Brasil, mais de um milhão de abortos clandestinos são realizados por ano,em especial, na cidade de São Paulo; colocando em foco a polémica discussão sobre a criminalidade, já que constata que inúmeras mulheres continuam a fazê-lo, nas condições que encontram, com atendimento adequado ou não.(disponível no youtube com legenda em português)

Mulheres contam sua experiência interrompendo uma gravidez. Atrizes interpretam relatos reais. Produção Executiva, Idealização e Roteiro: Renata Corrêa Direção: Fadhia Salomão Produção: Babi Lopes Apoio: SOF e IWHC (disponível no youtube com legenda em português)

O mundo é mais masculino em tempos de guerra. Homens e mulheres desempenham papéis diferentes. Os homens no campo de batalha, as mulheres em casa, à espera de notícias. É o que vem à mente quando se pensa nesses lados.
Às mulheres que ficam resta o que homens não fazem. Na guerra ou fora dela, elas vivem em um universo à parte, ao qual eles não têm qualquer acesso. Para algumas, o aborto, como outras práticas proibidas, torna-se uma necessidade.

O segredo de Vera Drake - Com um roteiro muito bem escrito que se destaca pelo forte humanismo das personagens e pela inteligência de não julgar nem enaltecer os atos da protagonista, uma direção segura e equilibrada e um elenco impecável (destaque para a atuação devastadora de Imelda Staunton), "O Segredo de Vera Drake" é um drama cheio de tensão que trata com extrema habilidade o tema do aborto.

Virginia Whitehill – ativista conhecida por apresentar argumentos perante o Supremo Tribunal dos EUA durante o processo judicial que confirmou a legalidade do aborto nos EUA – abre a série de entrevistas refletindo que não é possível se aposentar do movimento feminista, pois é necessário continuar prestando atenção no poder, que ainda é patriarcal e sempre encontra maneiras de puxar nosso tapete.

"Após o assassinato do Dr. George Tiller no Kansas, em 2009, há um número limitado de médicos que sobraram no país que oferecem abortos terceiro trimestre de gestação para as mulheres. After movimentos Tiller entre as histórias se desenvolvem rapidamente desses médicos, os quais eram colegas mais próximos do Dr. Tiller, e estão lutando para manter este serviço disponível na esteira de sua morte. Essas quatro pessoas tornaram-se o novo número e um alvos do movimento pró-vida, mas continuam a arriscar suas vidas todos os dias para fazer o trabalho que muitos acreditam que é assassinato, mas que eles acreditam que é profundamente importante para a vida de seus pacientes. After Tiller mostra-lhes enfrentar o assédio de manifestantes, os desafios em suas vidas pessoais, e uma série de decisões éticas difíceis." (disponível no youtube com legenda em português).